Oii gente! Como vocês estão? Espero que estejam bem, porque hoje é dia de mostrar meu lado bióloga, porque nem só de assuntos cabelísticos se vive uma futura bióloga não é mesmo?!
Ontem (13/12/2013) como parte do programa da disciplina de Recursos Energéticos, fizemos uma visita técnica no Parque Eólico Cerro Chato, que fica literalmente no fim do Rio Grande do Sul, na cidade de Sant'ana do Livramento, fronteira com o Uruguai. Pra quem não faz a miníma ideia do que é um parque eólico vou explicar brevemente.
A energia eólica está se tornando uma das formas mais promissoras de se produzir energia dos últimos tempos, isso porque além de ser renovável (obtida através do vento!!! Isso mesmo do vento!), não polui e nem degrada o meio ambiente, como usinas hidráulicas (que podem danificar a área em que é instalada, podendo inclusive extinguir alguma espécie que é nativa do local onde a usina é implantada), usina nuclear (que é polêmica pelo enriquecimento de Urânio, que além de permitir a produção de armas químicas nucleares, tem o problema do seu armazenamento), e outras formas que utilizam combustíveis fósseis (como petróleo por exemplo, que além de não ser renovável, também polui o meio ambiente).
Mais aí vocês me perguntam: Mas como se produz energia a partir do vento? É a partir da rotação das pás que é movimentada pelo vento, e a rotação transforma a energia cinética do vento em energia. O aerogerador é composto por uma torre, nacele, gerador e pás. Os ventos fazem girar as pás dos aerogeradores, as quais estão conectadas a um gerador que transforma a energia dos ventos (energia cinética) em energia elétrica. No interior da torre passam os cabos, que transmitem a energia produzida pelo aerogerador e conectam-se a uma rede de transmissão, que vai até a subestação coletora, onde a energia produzida é transmitida através de uma linha de transmissão para outra subestação pertencente ao Sistema Interligado Nacional (SIN), de onde é distribuída para os consumidores, legal né?!